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	<title>blog aw2net</title>
	<link>http://blog.aw2net.com</link>
	<description>Blog para exposições de idéias para o público em geral</description>
	<pubDate>Fri, 09 Nov 2007 12:51:17 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Linux no Desktop - por outro prisma</title>
		<link>http://blog.aw2net.com/2007/11/09/linux-no-desktop-por-outro-prisma/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2007 12:51:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>regis</dc:creator>
		
		<category>corporativa</category>

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		<description><![CDATA[Tenho visto alguns posts por aí tratando deste assunto, sempre voltado ao Desktop do usuário final, aquele que tem a intenção de instalar o Linux, seja lá qual for a distribuição escolhida, em seu computador de uso pessoal.
Primeiro, eu li um que mostrava que dificilmente o Linux conseguiria se consolidar expressivamente entre os desktops, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho visto alguns posts por aí tratando deste assunto, sempre voltado ao Desktop do usuário final, aquele que tem a intenção de instalar o Linux, seja lá qual for a distribuição escolhida, em seu computador de uso pessoal.</p>
<p>Primeiro, eu li um que mostrava que dificilmente o Linux conseguiria se consolidar expressivamente entre os desktops, por uma série de motivos, como a excessiva quantidade de distribuições, a necessidade de um conhecimento técnico maior do que apenas o arrastar do mouse, entre outros tantos válidos e merecedores de atenção.</p>
<p class="texto_cinzaclaro_11">Porém, de uns tempos pra cá, venho notando um movimento diferente em relação à essa questão, grandes empresas investindo, grandes ícones comentando sobre o assunto, um post de <a title="Porque o Linux terá sucesso em desktops" target="_blank" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=43279">Nicholas Petreley de 05/11/07</a>, mostra de forma clara alguns motivos pelos quais hoje é possível sim que o Linux abocanhe de forma expressiva o mercado de Desktops.</p>
<p class="texto_cinzaclaro_11">Mas o intuito principal deste post é abrir um novo prisma para essa mesma discussão, baseado na experiências com algumas implementações corporativas de Linux no Desktop, inclusive gerando e fomentando novos olhares.</p>
<p class="texto_cinzaclaro_11">Obtivemos muito sucesso implementando Desktops Linux, quando a diretriz do departamento de TI exige um ambiente controlado de softwares, tendo um padrão de ferramentas disponíveis aos usuários, e oferecendo treinamento para a adaptação dos usuários às ferramentas Linux. Justamente a necessidade de conhecimento técnico mais avançado, diminui a ocorrência de incidentes onde o usuário instala programas inadvertidamente que acabam influenciando na estabilidade do sistema. Existe também a necessidade de a aplicação corporativa principal trabalhar em base Linux, quer seja nativamente, quer seja através do Wine ou de protocolos em modo texto.</p>
<p class="texto_cinzaclaro_11">Já em casos onde existe a necessidade e a permissão da empresa para a utilização de aplicações específicas ou que não tenham concorrentes livres, aí sim mantêm-se a utilização de estação com outro sistema operacional.</p>
<p class="texto_cinzaclaro_11">Como um dos grandes objetivos das empresas que optam por este tipo de solução é a redução dos custos de licenciamento de softwares, mesmo implementando a solução híbrida de sistemas operacionais, o objetivo é plenamente alcançado.</p>
<p class="texto_cinzaclaro_11">Concluindo, o nível de sucesso deste tipo de implementação está diretamente ligado à diretriz do projeto, ao pleno atendimento das necessidades dos usuários com soluções livres e ao quão permissiva é a empresa às exigências dos usuários finais.</p>
<p class="texto_cinzaclaro_11">Lembrando, isto é uma visão particular do assunto, baseado em casos onde nos deparamos com a aplicação de Linux nas estações de trabalho.</p>
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		<title>Certificações Linux : selo de qualidade</title>
		<link>http://blog.aw2net.com/2007/11/07/certificacoes-linux-selo-de-qualidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 22:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jardel</dc:creator>
		
		<category>corporativa</category>

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		<description><![CDATA[Não é de hoje que o mercado de TI vem cobrando as famosas certificações. Mas será que isso também vale para o mercado de TI consumidor de software livre/código aberto ? Claro que sim !
As empresas estão buscando cada vez mais profissionais que se destacam no mercado de trabalho e existem, em minha opinião, duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é de hoje que o mercado de TI vem cobrando as famosas certificações. Mas será que isso também vale para o mercado de TI consumidor de software livre/código aberto ? Claro que sim !<br />
As empresas estão buscando cada vez mais profissionais que se destacam no mercado de trabalho e existem, em minha opinião, duas maneiras de se comprovar o conhecimento de um profissional : através de um processo seletivo envolvendo a avaliação dos conhecimentos do candidata na prática, algo que pode ser bastante oneroso para as empresas que buscam por profissionais, ou através da apresentação, por parte dos candidatos, de certificados que comprovem sua experiência, o que, em algumas situações já pode demonstrar o nível do profissional.</p>
<p>É sabido que existem atualmente certificações para todos as subáreas de TI mas o que poucas pessoas  sabem é que existem certificações específicas para o pinguim. E essas certificações vêm ganhando mercado de forma assustadora, uma vez que as empresas consumidoras de TI já utilizam software livre/código aberto em diversos níveis e precisam de profissionais com experiência comprovada para auxiliá-los a entender e tirar proveito dessa nova realidade.<br />
Outro dia mesmo me deparei com uma empresa realizando certificações voltadas a GNU/Linux em um evento de TI genérico, o que comprova que isso não é mais algo pouco difundido. Mas como saber quais são as certificações  relacionados a software livre/código aberto e, mais especificamente, a GNU/Linux, mais importantes e reconhecidas no mercado atualmente ?</p>
<p>Empresas como a Conectiva (atualmente <a href="http://www.mandriva.com/">Mandriva</a>) tinham sua prórpria certificação. Por volta de 1998, essa certificação foi muito procurada por profissionais brasileiros, dada a grande popularidade da distribuição de mesmo nome comercializada pela Conectiva na época. No site da Conectiva era possível inclusive consultar os profissionais certificados em cada estado brasileiro e eu achava isso muito interessante na época.</p>
<p>Me recordo como se fosse hoje que, por uma quantia que hoje seria equivalente a em torno de R$ 90,00 era possível, através de um centro de aplicação de testes autorizado pela Conectiva, realizar a prova de ceritifcação, a qual continha algo entre 60 e 80 questões.</p>
<p>Porém, hoje em dia, as coisas são bem diferentes. Existem basicamente duas certificações que se destacam no mundo do pinguim : uma mais genérica e bastante divulgada, a certificação <a target="_blank" href="http://www.lpi.org">LPI,</a> e outra criada e voltada especificamente para uma única distribuição, a certificação da empresa americana <a target="_blank" href="http://www.redhat.com">RedHat</a>, que produz a distribuição GNU/Linux de mesmo nome, uma das distribuições mais usadas e respeitadas no ambiente corporativo.<br />
A certificação LPI é uma certificação almejada pelos profissionais GNU/Linux por se tratar de uma certificação que avalia o conhecimento relacionado a GNU/Linux de uma forma genérica, sem focar em nenhuma distribuição específica. A LPI é dividida basicamente em 3 etapas :</p>
<ul>
<li><strong class="red">Certificação LPIC - 1</strong> (Nível 1) - Administrador Linux nível júnior</li>
<li><strong class="red">Certificação LPIC - 2</strong> (Nível II) - Administrador Linux nível pleno</li>
<li><strong class="red">Certificação LPIC - 3</strong> (Nível III) - Administrador Linux nível sênior.</li>
</ul>
<p>A validade da certificação LPI é de 5 (cinco) anos. O profissional deve obrigatoriamente renovar sua certificação ao término dos 5 anos ou, opcionalmente, conseguir uma certificação de nível superior caso queira manter o status de profissional certificado.A certificação RedHat é uma das mais importantes do mundo GNU/Linux e uma das que exigem o maior investimento por parte do profissional que a almeja. Atualmente já é possível obtê-la aqui no Brasil mas até há algum tempo atrás só era possível conseguí-la indo até os EUA para realizar as provas, o que acaba excluíndo muitos possíveis candidatos.</p>
<p>Na verdade, existem duas certificações oferecidas pela Red Hat : a RHCT (Red Hat Certified Technician) e a RHCE (Red Hat Certified Enginiering). O exame para a certificação RHCE é composta por três etapas : uma etapa de troubleshooting/resolução de problemas, na qual uma máquina é iniciada com diversos problemas e o candidato  deve corrigí-los sem ter a possibilidade de reinstalar o sistema operacional, uma etapa com diversas questões em formato de teste e a outra etapa que consiste na configuração de servidores reais simulando necessidades reais do dia-a-dia de uma empresa usuária de GNU/Linux.</p>
<p>O mais interessante em minha opinião é a forma de avaliação de cada uma das etapas. A RedHat possui um sistema, geralmente sendo executado no servidor do instrutor/examinador, que avalia todas as respostas as questões e também consegue verificar a segunda e terceira etapas apenas com um click de mouse, informando ao final qual foi a nota obtida pelo candidato.</p>
<p>É hora de começar a pensar sobre certificação e decidir qual lhe agrada mais (LPI ou Red Hat), pois as empresas estão buscando um <strong>&#8220;selo de qualidade&#8221;</strong> e, como o mercado de trabalho está cada vez mais exigente e competitivo, com certeza, ter uma certificação, ou até mesmo mais de uma delas, é um diferencial importante em  processo seletivo para ingresso no nesse mercado ou mesmo para obtenção de uma melhor posição profissional.
</p>
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		<item>
		<title>Bico do Pinguim</title>
		<link>http://blog.aw2net.com/2007/10/31/bico-do-pinguim/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 12:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jardel</dc:creator>
		
		<category>corporativa</category>

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		<description><![CDATA[Olá a todos&#8230;
Recentemente li uma matéria muito interessante, cujo foco eram as empresas que apostaram no Sistema Operacional GNU/Linux para atender as necessidades de alguns serviços (servidores), mas que após alguns meses voltaram para ambiente proprietário.
Nas reuniões em que eu participo (geralmente corporativas), costumo utilizar o ditado &#8220;Não estamos aqui para quebrar o bico do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos&#8230;</p>
<p>Recentemente li uma matéria muito interessante, cujo foco eram as empresas que apostaram no Sistema Operacional GNU/Linux para atender as necessidades de alguns serviços (servidores), mas que após alguns meses voltaram para ambiente proprietário.</p>
<p>Nas reuniões em que eu participo (geralmente corporativas), costumo utilizar o ditado &#8220;Não estamos aqui para quebrar o bico do Pinguim&#8221;. Mas o que eu quero dizer com isso ?</p>
<p>Não quebrar o bico do pinguim consiste em não somente fazer uma proposta comercial e mandá-la via email, sem ao menos conhecer o ambiente de rede do cliente. Na maioria das vezes, esse tipo de procedimento ocasiona a quebra do bico do pinguim, ou seja, acaba resultando em implantações mal sucedidas, fazendo com que o cliente opte por retornar à solução Windows.</p>
<p>Entender o ambiente corporativo onde serão empregadas as soluções com Software Livre é primordial para uma boa implementação. Por exemplo:</p>
<p>Uma implementação de servidor para estações &#8220;burras&#8221;, ou seja, estações simples (de baixa capacidade) trabalhando diretamente no servidor (memória, processamento e disco) exige com certeza uma consultoria inicial antes de se colocar a mão na massa, exatamente para que não quebremos o bico do pinguim.</p>
<p>Essa consultoria resume-se em conhecer o parque das estações, os aplicativos que serão utilizados pelos usuários, quais são os softwares proprietários e que precisariam funcionar em ambiente Linux (pois, em alguns casos, é possível fazê-los funcionar com emuladores) e, por fim, fazer uma homologação para saber se as estações baseadas em Software Livre atendem as reais necessidades do ambiente.</p>
<p>Um outro fator importante para um projeto como esse é saber definir de forma correta e com propriedade qual seria o servidor ideal : memória, processador, disco e etc, ou seja, dimensionar de forma correta o hardware necessário para o projeto.</p>
<p>Então pessoal, lembrem-se : para não sair quebrando o bico do pinguim e de certa forma acabando (para algumas empresas) com a confiança que o Sistema Operacional GNU/Linux ganhou nos seus primeiros 16 anos de vida, é necessário tomar muito mais cuidados do que meramente redigir uma proposta.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Jardel F. da Costa
</p>
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		<title>Reativando o blog</title>
		<link>http://blog.aw2net.com/2007/10/30/reativando-o-blog/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 19:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>regis</dc:creator>
		
		<category>aw2net</category>

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		<description><![CDATA[Caríssimos amigos e amigas da AW2NET,
Após um longo e tenebroso inverno, estamos retomando as atividades deste blog, que como podemos perceber, está há 1 ano sem atividades.
A intenção deste blog é passar aos leitores informações interessantes, quer seja sobre os cursos e treinamentos que oferecemos, sobre as soluções que implantamos, resoluções de problemas que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimos amigos e amigas da AW2NET,</p>
<p>Após um longo e tenebroso inverno, estamos retomando as atividades deste blog, que como podemos perceber, está há 1 ano sem atividades.</p>
<p>A intenção deste blog é passar aos leitores informações interessantes, quer seja sobre os cursos e treinamentos que oferecemos, sobre as soluções que implantamos, resoluções de problemas que não encontramos facilmente em sites de busca e tutoriais, tendências de mercado, informações importantes ou não, a idéia é manter um canal de comunicação estreito entre a AW2NET e a comunidade de Software Livre.</p>
<p>Esperamos poder contar com a participação dos leitores, inclusive questionando alguma informação que julguem não estar correta, teremos grande satisfação em procurar a resposta mais precisa.</p>
<p>Sejam bem vindos e vamos ao trabalho!!!</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Régis Depret</p>
<p><a rel="me" href="http://blogblogs.com.br/api/claim/-753185247/162068/36551">BlogBlogs.Com.Br </a>
</p>
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		<title>Manutenção em servidores Linux</title>
		<link>http://blog.aw2net.com/2006/09/20/manutencao-em-servidores-linux/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Sep 2006 18:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aw2net</dc:creator>
		
		<category>aw2net</category>

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		<description><![CDATA[Recentemente, tive a oportunidade de conversar com um ex-aluno da AW2NET. 
Ele fez treinamento conosco à 3 anos aproximadamente. Lembro que a turma dele era de sábado, e na minha opnião, um dia bem interessante para fazer o treinamento, além de aprender bastante, pode-se utilizar&#160; a semana para colocar em prática e encontrar dúvidas, dúvidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, tive a oportunidade de conversar com um ex-aluno da AW2NET. </p>
<div align="justify">Ele fez treinamento conosco à 3 anos aproximadamente. Lembro que a turma dele era de sábado, e na minha opnião, um dia bem interessante para fazer o treinamento, além de aprender bastante, pode-se utilizar&nbsp; a semana para colocar em prática e encontrar dúvidas, dúvidas essas que serão sanadas pelos profissionais da AW2NET no dia da aula.</div>
<p>Mas eu resolvi escrever pois ele fez um comentário bem interessante, segue:
<div align="justify">
<blockquote>O sistema operacional linux, vem atendendo as expectativas da minha<br />empresa, a única coisa que me encomoda é não ter um suporte rápido e<br />eficiente, sabe, algo por e-mail, ou até mesmo software de troca de<br />mensagens instantâneas. Podem existir dúvidas simples e complexas, e<br />tenho a consciência que as complexas podem virar projetos, mas e as<br />dúvidas simples ?</p>
</blockquote>
</div>
<p>
<div align="justify">Fiquei pensando a respeito disso, obviamente, que oferecemos os serviços da AW2NET a ele e realmente existem muitas pessoas que não sabem que a AW2NET trabalha tanto com projetos fechados, mas também trabalha com horas a vulso e contrato de manutenção de serviços, além do treinamento é claro.</div>
<p>Porém, existem empresas que não querem pagar um contrato, quer seja ele simples ou complexo, alegando que o linux é bem estável e que não precisa de gerenciamento constante, mas não é bem assim.</p>
<div align="justify">Praticamente todos dias saem atualizações de segurança, ou na maioria deles. Trabalhando com contratos, é possível saber quando existem tais atualizações e fazer com que tais atualizações aconteçam de forma simples e rápida, permitindo assim com que o sistema fique seguro.</p>
</div>
<blockquote>
<p>
<blockquote></p></blockquote>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Alta disponibilidade</title>
		<link>http://blog.aw2net.com/2006/09/04/servidores-9999-em-producao/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2006 18:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aw2net</dc:creator>
		
		<category>aw2net</category>

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		<description><![CDATA[Todos gostaríamos, mesmo quando não temos a necessidade real, de ter nossos servidores e sistemas disponíveis 100% do tempo.
No entanto, sabemos que isso é algo impossível na prática. Podemos chegar a uma porcentagem próxima de 100% e, na verdade, quanto mais próximo dos míticos 100% chegamos, mais cara e mais complexa a tecnologia que utilizamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos gostaríamos, mesmo quando não temos a necessidade real, de ter nossos servidores e sistemas disponíveis 100% do tempo.</p>
<p>No entanto, sabemos que isso é algo impossível na prática. Podemos chegar a uma porcentagem próxima de 100% e, na verdade, quanto mais próximo dos míticos 100% chegamos, mais cara e mais complexa a tecnologia que utilizamos para atingir tal disponibilidade se torna.</p>
<p>Porém, com software livre, podemos chegar bem próximo da tão desejada disponibilidade constante a um custo não proibitivo. Já há alguns anos existem ferramentas e softwares livres que nos permitem implementar soluções bastante confiáveis e que, somadas a uma boa infraestrutura, nos permitem ter sistemas com janelas de indisponibilidade quase imperceptíveis.</p>
<p>Recentemente, nos deparamos com a necessidade de um cliente que necessitava da disponibilidade mais alta possível para seus sistemas a um custo que não fosse altamente proibitivo. Estudos sobre qual estrutura seria a mais adequada foram feitos, bem como quais as soluções de software seriam utilizadas.</p>
<p>Após reuniões, decidimos por hardware <a href="http://www.ibm.com">IBM</a>, uma vez que tratam-se de servidores que atenderiam com excelência a necessidade do cliente. O servidor de banco de dados anteriormente utilizado pelo cliente, Informix, foi mantido, mas teve sua versão atualizada para Informix IDS 10.</p>
<p>O sistema operacional escolhido, logicamente, foi GNU/Linux, mais especificamente Red Hat AS 4 em plataforma EM64T. São servidores multiprocessados e com tecnologia de 64 bits, discos SCSI internos com tecnologia RAID via hardware e os dados críticos armazenados em um storage IBM externo, acessado via fibra óptica.</p>
<p>O cliente possuía um sistema ERP sendo executado sob GNU/Linux. Para esse projeto, colocamos todo o sistema ERP, incluíndo o backend (Informix), funcionando sob um ambiente de alta disponibilidade.</p>
<p>A solução funcionou muito bem e, atualmente, temos o serguinte cenário :
<ul>
<li><b>Servidor primário :</b> possui os serviços em execução e dados críticos sendo acessados do storage;</li>
<li><b>Servidor secundário : </b>em standby, aguardando por qualquer problema com o servidor primário para entrar em ação e assumir o controle das operações;</li>
</ul>
<p>Caso, por algum motivo (falha de hardware, falha de comunicação em rede, falha na execução de algum dos serviços, como o sistema ERP, banco de dados, etc), os serviços fiquem indisponíveis, o servidor secundário passa a fornecer a mesma funcionalidade anteriormente fornecida pelo servidor primário, inclusive utilizando os mesmos endereços IP do servidor primário, fornecendo os mesmos serviços e disponibilizado aos usuários exatamente os mesmos dados.</p>
<p>Dessa forma, fica imperceptível aos usuários se os serviços estão sendo fornecidos por um ou outro servidor específico. O fato é que os mesmos sempre terão os serviços que necessitam para trabalhar disponíveis.
</p>
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